quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

É só pedir com o coração




Se você deixar


Eu vou beijar você como ninguém beijou
Eu vou amar você como ninguém te amou
Se você deixar eu posso ser seu paraíso




[trecho de uma música de forró, é forró, eu gosto e ahhh]


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

quinta-feira, 11 de novembro de 2010


Não vou viver, como alguém
Que só espera um novo amor
Há outras coisas
No caminho a onde eu vou...

As vezes ando só
Trocando passos
Com a solidão
Momentos que são meus
E que não abro mão...

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Não tem sensação pior do que se enganar e mentir aos outros para se convencer.

èh, acabei de ler minha Mulher Perdigueira.
E tipo me identifiquei com tanta coisa, que se me encontro com Carpinejar pela rua, peço ele em casamento...
HAHAHA

terça-feira, 12 de outubro de 2010

CARPINEJAR


Culpa, ó palavra bonita, gostosa de se repetir, proxima do perdão.
Culpa é voltar para o lugar onde nascemos. É se arrepender antes de fazer e continuar fazendo. Uma teimosia que nos leva à perfeição dos erros. Um erro perfeito é virtude. A culpa, não consigo parar de repeti-la, não nos resolve, é um tratamento sincero. Não nos salva, é uma verdade médica. Percebemos que sempre nos enganaremos. Mas é se enganar com gosto, com vontade
[...]

sábado, 2 de outubro de 2010


Só ele conheceu uma mulher corajosa que admitiu todos os medos, todas as neuroses, todas as inseguranças, toda a parte feia e real que todo mundo quer esconder com chapinhas, peitos falsos, bundas falsas, bebidas, poses, frases de efeito, saltos altos, maquiagens e risadas altas. Ninguém nunca me viu tão nua e transparente como você, ninguém nunca soube do meu medo de nadar em lugares muito profundos, de amar demais, de se perder um pouco de tanto amar, de não ser boa o suficiente. Só ele viu meu corpo de verdade, minha alma de verdade, meu prazer de verdade, meu choro baixinho em baixo da coberta com medo de não ser bonita e inteligente. Só pra ele eu me desmontei inteiraporque confiei que ele me amaria mesmo eu sendo desfigurada, intensa e verdadeira, como um quadro do Picasso.

Tati Bernardi.

domingo, 8 de agosto de 2010

Já ancorado na Antártida, ouvi ruídos que pareciam de fritura. Pensei: 'será que até aqui existem chineses fritando pastéis?' Eram cristais de água doce congelada, que faziam aquele som quando entravam em contato com a água salgada. O efeito visual era belíssimo. Pensei em fotografar, mas falei para mim mesmo: 'Calma, você terá muito tempo para isso...'. Nos 367 dias que se seguiram, o fenômeno não se repetiu. Algumas oportunidades são únicas."

terça-feira, 3 de agosto de 2010